Acenda a luz de seu pensamento!

Acenda a luz!
Kyle Borch – (*) The Christian Science Sentinel  | Tradução livre: Leila Kommers

Reimpresso da edição de 3 de outubro de 2011 – do The Christian Science Sentinel.

Mary Baker Eddy perguntou em Ciência e Saúde, p.3: “Somos realmente gratos pelo bem já recebido? Então nos aproveitaremos das bênçãos que temos e assim estaremos aptos a receber mais.”. Recentemente, veio-me o pensamento de expressar gratidão pelas coisas maravilhosas que eu já possuo. Também sei que a gratidão é necessária e importante quando trabalhamos para outras curas e ela também fortalece nossa compreensão espiritual. Um dos meus hinos favoritos é o Hino nº 3 do Hinário da Ciência Cristã, que começa: “Um puro e grato coração é um jardim de amor” (Ethel Wasgatt Dennis).

Em março de 2007, na primavera, em meu segundo ano no ensino médio, eu voltava para casa do meu treino de atletismo de bicicleta. Eu já havia feito aquela trilha muitas vezes, mas eu quando eu descia o morro, atingi  algo e caí. Não lembro de como cheguei em casa, mas acordei em minha cama algumas horas mais tarde. Eu havia colocado curativos em meus arranhões e a área ao redor da minha clavícula e ombro estava dolorida. Meu pai encontrou-me ali e minha mãe chegou em casa em seguida. Não saberia responder que dia foi isso, eu estava meio confuso.

Naquele momento, meus pais disseram que precisávamos ligar para um praticista da Ciência Cristã ou ir para o pronto socorro imediatamente. Pedi a minha mãe que ligasse para o praticista. Como fui criado na Ciência Cristã e havia participado da Escola Dominical da Ciência Cristã a vida toda, eu conhecia e me apoiava nas seguintes leis:

1) eu nunca poderia estar separado de Deus;

2) eu nunca poderia desprender-me do amor de Deus; e

3) a Mente divina estava e sempre esteve no controle.

O praticista compartilhou as verdades espirituais absolutas com minha mãe de que era impossível que eu, como a ideia de Deus, estivesse machucado, e que a única causa de qualquer coisa em minha vida era Deus – o que impossibilitava acidentes ou ferimentos.

Eu não estava corrigindo uma situação imperfeita, mas percebendo minha perfeição.

No dia seguinte, falei diretamente com o praticista e ele compartilhou algo que permanece vivo em minha mente. Ele pediu que eu imaginasse que estava procurando por um livro em uma mesa em uma sala escura. Para encontrar o livro na sala escura, tudo o que eu tinha que fazer era ligar a luz. Ligar a luz não criaria o livro; apenas revelaria sua localização. Compreendi que isso significa que eu era e sou perfeito, porém, eu precisava ligar a luz – eliminar a escuridão do que a imagem material estava tentando afirmar – para revelar minha perfeição. Com este pensamento em mente, eu pude ir para a escola naquele dia.

No dia seguinte, dois dias depois de ter caído, eu estava programado para correr 800 metros em um evento de atletismo na escola. Meu pai e eu havíamos conversado sobre se eu deveria correr ou não. Nós dois sabíamos como os ferimentos da clavícula eram tratados pela medicina, às vezes exigindo que as pessoas imobilizassem a área afetada por semanas. Isso não era o que eu queria e continuei rezando para “revelar minha perfeição”. O praticista comparou minha capacidade de correr com o exercício do domínio sobre os sentidos materiais.

É claro que não havia nenhuma pressão para correr, caso não parecesse algo certo a ser feito – mas o praticista disse que a experiência seria uma oportunidade para separar o que aparentava ser um corpo material do que a ideia espiritual realmente é. Continuei a manter a ideia de que eu não estava corrigindo uma situação imperfeita, mas percebendo minha perfeição.

Esta experiência foi uma ótima oportunidade para provar que nada está fora do lugar.

Eu corri na competição daquela tarde. Naqueles dois minutos da corrida, eu esqueci completamente do meu ombro. Durante toda minha carreira de corredor na escola, sempre me lembrava de uma passagem específica da Bíblia: “Mas os que esperam no SENHOR renovarão as forças, subirão com asas como águias; correrão, e não se cansarão; caminharão, e não se fatigarão.” (Isaías 40:31). Naquela tarde, eu sentia fortemente que eu estava correndo nas “asas das águias”. Eu terminei fazendo meu melhor tempo pessoal!

Ainda precisava de apoio, entretanto, para conseguir usar completamente meu braço. Meu pai e eu gostávamos de nadar cedo da manhã uma vez por semana, antes da escola. Mas eu não tinha o movimento total do meu braço ainda. O praticista lembrou minha mãe de que esta experiência era uma ótima oportunidade de provar que nada está fora do lugar e que nós todos estávamos corrigindo uma mentira tentando ligá-la à uma ideia prática, eu. Ele acrescentou que nenhuma mentira pode permanecer na presença do Cristo. Continuei a manter um pensamento forte na minha perfeição. Algumas semanas depois, eu tinha o movimento completo do meu braço.

Olhando para trás, não lembro exatamente quanto tempo durou esta condição ou se houve algum momento em que eu soubera que estava curado. Mas pensando sobre isso agora, eu sentia como que a mentira tivesse perdido seu poder em meu pensamento. Quando ela perdeu poder, a condição e seus efeitos em meu corpo desapareceram por completo. O praticista havia dito que eu não tinha que passar por um processo e ter uma cura “eventual” e que o tempo não influenciava na cura. Ele estava certo! Eu compreendi que poderia reivindicar minha liberdade naquele momento.

 Liberdade

Ciência e Saúde                      Bíblia:

3:22-24                                    Isaías 40:31

FONTE: www.spirituality.com

(*) © THE CHRISTIAN SCIENCE SENTINEL – Periódico semanal em inglês, fundado por Mary Baker Eddy e publicado pela Sociedade Editora da Ciência Cristã – The Christian Science Publishing Society, Boston, MA, EUA. Ele está a sua disposição nas Salas de Leitura da Ciência Cristã ou através do portal: Spirituality.com
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Sobre Primeira Igreja de Cristo, Cientista Porto Alegre-RS

A Primeira Igreja de Cristo, Cientista Porto Alegre-RS, Brasil, foi fundada em 1957. Tendo sido iniciada décadas antes como um Grupo Informal e mais tarde, uma Sociedade de Ciência Cristã. Ela foi fundada por famílias de alemães, dentre as quais: Schmidt, Holderbaum, Trentini, Bopp, Mutzberg, Young, Klein, Hamman, Knor, Bier, Beier, Wendt, Völker, Fhurmeister, Heckrath, etc... Conheça mais sobre a historicidade no Arquivo Histórico Digital da Ciência Cristã no Brasil: http://sites.google.com/site/arquivocienciacrista/
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