Outra coisa que podemos aprender com os golfinhos – curar!

Publicado em 02/08/2011 por compubbrasil

Foto de Dr. Michael Zasloff de Nari, um golfinho mordido por um tubarão em fevereiro de 2009 que foi curado há um mês.

Outra coisa que podemos aprender com os golfinhos – curar

Original em inglês publicado por Roger Whiteway – Porta-voz da Ciência Cristã para a Virgínia – EUA (*)

“P: Ok, então imagine um humano e um golfinho sendo mordidos por um tubarão. Como diferiria o processo de cura entre os dois?

Bem, o golfinho não teria hemorragia… ou qualquer infecção, o que é milagroso. E, apesar de ter um imenso ferimento no tecido, em aproximadamente um mês, o animal restaurará o contorno natural de seu corpo. Ficarão algumas marcas superficiais, mas um pedaço de tecido, talvez do tamanho de uma boa de futebol, terá sido restaurado com praticamente nenhuma deformidade.

E, o que é igualmente surpreendente, é que os tratadores que conhecem estes animais, dirão que eles não observam absolutamente nenhuma indicação de que o animal está com dor.

“P: E o humano?

Mesmo que tenha sido uma mordida minúscula, morreríamos de sepsia ou infecção em três ou quatro dias se não tomássemos antibióticos, porque os tubarões têm muitas bactérias perigosas em seus dentes. Então, teríamos que ter certeza de que todo [o tecido infectado] foi removido. Se tivéssemos sorte e tirássemos tudo, ainda teríamos um grande buraco, que você poderá ou não conseguir preencher.”

Estas citações do Dr. Michael Zasloff, um cirurgião e pesquisador na Universidade de Georgetown fazem parte do blog da NPR sobre saúde, cujo post tem o título de:  “Mordidas de Tubarão Não São Páreo Para Os Golfinhos” de Maureen Langlois.

Por que esta diferença entre golfinhos e humanos?

Dr. Zasloff nos apresenta suas opiniões com base na ciência médica e na fisiologia.   Ele é o especialista nesta área, porém, minha pergunta é:

Há uma lei maior trabalhando?  Há alguma lei espiritual de cura que possibilite aos golfinhos recuperar a saúde com mais rapidez, mais segurança, mais confiança e sem dor ou o uso de medicamentos?

No Novo Testamento da Biblia, lemos que Jesus e seus discípulos restaurando a carne perdida pela lepra, revitalizando uma mão ressequida e, mais importante, dando um sentido de totalidade e completude aos indivíduos que pensavam que não havia esperança de felicidade.

Talvez estes sinais da graça de Deus – como Seu cuidado com os golfinhos estão em nós, se olharmos mais de perto.

Meu muito obrigado ao blog sobre saúde da NPR, Maureen Langlois e Dr. Zasloff por compartilhar estes resultados de suas pesquisas.

 (*) Para acessar a publicação original:  ANOTHER THING WE CAN LEARN FROM DOLPHINS – HEALING

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Sobre Primeira Igreja de Cristo, Cientista Porto Alegre-RS

A Primeira Igreja de Cristo, Cientista Porto Alegre-RS, Brasil, foi fundada em 1957. Tendo sido iniciada décadas antes como um Grupo Informal e mais tarde, uma Sociedade de Ciência Cristã. Ela foi fundada por famílias de alemães, dentre as quais: Schmidt, Holderbaum, Trentini, Bopp, Mutzberg, Young, Klein, Hamman, Knor, Bier, Beier, Wendt, Völker, Fhurmeister, Heckrath, etc... Conheça mais sobre a historicidade no Arquivo Histórico Digital da Ciência Cristã no Brasil: http://sites.google.com/site/arquivocienciacrista/
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